A declaração polêmica do presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Benedito Fortes de Arruda, sobre a zootecnia não ser considerada profissão no mundo todo, continua causando polêmica entre os profissionais e estudantes da área no Brasil. Na última sexta feira (30), a Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ) divulgou uma carta de repúdio sobre o caso e pediu pela retratação do presidente com a categoria. Simultaneamente, outras associações, entidades e grupos estudantis também estão se manifestando sobre o caso.

Para a Associação dos Zootecnistas do Distrito Federal e Entorno (AZOO-DF), que divulgou uma nota de repúdio no fim de setembro, Arruda agrediu todos os zootecnistas brasileiros com a sua declaração.

“Deixamos clara a nossa indignação para com este senhor, que tem a obrigação legal, moral e ética, como representante do CFMV, de trabalhar imparcialmente em prol da valorização dos médicos veterinários e zootecnistas do Brasil”.

A Associação Cearense de Zootecnistas (ACZ) também se pronunciou sobre o caso, expondo que o CFMV apenas fiscaliza o zootecnista, promovendo pouco a profissão.

“O CMFV fiscaliza, defende e promove o médico veterinário e apenas fiscaliza o zootecnista, que é parte monetariamente integrante desta autarquia. Chega a ser irônico que, mesmo com a obrigação legal, moral e ética, o representante do CFMV ore tão desrespeitosas palavras”.

Desde a declaração de Arruda, divulgada em entrevista no Canal Rural no dia 23 de outubro (assista aqui), nem o CFMV, nem o presidente do conselho se manifestaram sobre o caso. A ABZ enviou, nesta sexta feira (06), este conteúdo e outros que tratam do mesmo caso para a produção do Canal Rural, mostrando a repercussão negativa da declaração de Arruda.

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