O presidente da Associação Brasileira de Zootecnia (ABZ), Marinaldo Divino Ribeiro, foi recebido pela coordenadora do Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), Renata Mazaro e Costa, para uma reunião que tratou de diversas demandas da Zootecnia nacional, entre elas, questões de responsabilidade técnica em ambientes de uso de animais para ensino, pesquisa e treinamento.

(Foto: Ascom)

Na oportunidade, o presidente da ABZ apresentou a história da Zootecnia, sua organização representativa, a regulamentação profissional por meio da Lei 5.550/68, bem como as habilidades e competências do profissional zootecnista conforme as Diretrizes Curriculares Nacional da Zootecnia.

Marinaldo manifestou, também, a importância do Concea rever a exigência de responsável técnico exclusivo para uma categoria profissional em detrimento da competência de outras, além de mencionar a ilegalidade ética imposta a outras categorias profissionais em serem obrigadas a serem responsáveis técnicos de projetos que não possuem competência para opinar. Outro assunto abordado foi sobre a aceitação para efeito de cadastro das instituições de uso científico dos animais do zootecnista como responsável técnico.

Segundo o presidente da ABZ, a demanda apresentada pela associação será acolhida para a devida apreciação nas instâncias cabíveis, conforme informou a coordenadora do Concea. Além disso, está prevista na pauta do Conselho a revisão da resolução Concea nº: 06/2012 e, por consequência, as demais resoluções vinculadas a ela.

“A coordenadora ponderou ainda que é essencial as entidades civis representativas organizadas fazerem suas manifestações para que as ações do conselho, em sua finalidade essencial, não desconsiderem, dentro da legalidade, as competências dos profissionais envolvidos na dinâmica de uso dos animais em ambientes de ensino e pesquisa”.

Para presidente da ABZ, o encontro foi histórico.

“Esta foi a primeira vez que a ABZ teve a oportunidade de ter audiência com o Concea com chance de apresentar as competências do profissional zootecnista e seu potencial de contribuição às atividades de uso de animais em ambientes de ensino e pesquisa reguladas pelo Conselho. E ao mesmo tempo, nos apresentar como categoria profissional e demonstrar a necessidade de revisão de instrumentos normativos que afetam de forma nociva os zootecnistas”, explica Marinaldo.

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