A Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ) encaminhou contribuições para a Consulta Pública do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Rural (MAPA) sobre destinação de carcaças de animais de produção mortos não abatidos em propriedades. As contribuições são para a Instrução Normativa que tem por objetivo estabelecer as regras sobre recolha, transporte, armazenagem, manuseio, transformação e eliminação de animais de produção mortos, porém não abatidos.

Uma das alterações sugeridas pela ABZ diz respeito ao Artigo 11 da Instrução Normativa. O texto atual da minuta diz que “em propriedades de produção comercial, onde haja mortalidade diária de animais, é obrigatório a utilização de um sistema de conservação dos cadáveres no ponto de recolha”. Pela proposta da ABZ, a redação seria: “Em propriedades de produção comercial, onde haja mortalidade de animais acima da taxa dos índices zootécnicos, é obrigatório a utilização de um sistema de conservação dos cadáveres no ponto de recolha”.

“A terminologia usada como morte diária é um tanto quanto insegura. Já que para considerar que a taxa de mortalidade se encontra alta é necessário avaliar os parâmetros zootécnicos da fazenda”, explicou o presidente da ABZ, Marinaldo Divino Ribeiro.

Além desta, outras 20 alterações foram sugeridas pela ABZ. Para conferir o documento completo, encaminhado ao Secretário de Defesa Agropecuária do MAPA, Luis Eduardo Pacifici Rangel, clique aqui.

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