Após três anos de espera, o Brasil poderá voltar a comercializar seus produtos cárneos termoprocessados com o Japão. A oficialização foi feita na última sexta feira (04), após o país asiático anunciar o fim do embargo criado em 2012, resultante da notificação de um caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), também conhecida como “doença da vaca louca”.

De acordo com informações do Ministério de Agricultura, Pecuário e Abastecimento (Mapa), com a conclusão de negociações, o Brasil poderá exportar vários produtos cárneos termoprocessados de origem bovina, suína, ovina e caprina: carne cozida congelada, conservas, extrato de carne, vísceras cozidas e embutidos.

“Agora são 100% dos embargos suspensos à carne bovina brasileira no mundo. Confiança e credibilidade são a nossa marca”, destacou a ministra Kátia Abreu.

Entre os modelos que devem amparar a exportação, está o de Certificado Sanitário Internacional, que foi apresentado ao vice-ministro para Assuntos Internacionais do Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (Maff), Hiromitsu Matsushima.

Juntamente com a abertura do mercado japonês para os produtos cárneos termoprocessados brasileiros, o Mapa anunciou a abertura do nosso mercado para a carne bovina japonesa Wagyu. Durante o mês de dezembro, os dois ministérios da Agricultura realizarão missões de auditoria das plantas exportadoras no Brasil e no Japão, para começar o comércio recíproco no início de 2016.

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