Em 13 de maio o Brasil celebra o Dia do Zootecnista, data alusiva ao início do ensino de Zootecnia no país, em 1966, na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. Foi ali que surgiu o primeiro curso de graduação, idealizado pelo professor Octávio Domingues, considerado patrono da Zootecnia no Brasil. Junto a diversos outros entusiastas da época (professores, políticos, gestores institucionais e produtores rurais), Octávio Domingues visualizou a necessidade de um profissional focado especificamente na “produção animal” e tudo que se relacionava aos produtos e serviços relativos às atividades pecuárias.
Nesses 60 anos de Zootecnia Brasileira, muita coisa mudou. Passamos de um país importador de alimentos para um dos maiores exportadores de proteína animal do planeta. Isso não aconteceu por acaso. Aconteceu porque houve dedicação nas salas de aula, nas estações experimentais e, principalmente, no dia a dia do campo. O Zootecnista é o elo entre a ciência e o produtor rural. É quem traduz fórmulas complexas em carnes, pescado, leite, ovos, lã e mel na mesa das famílias brasileiras.
Em 2026, o Brasil celebra seis décadas de uma trajetória que transformou o país em uma potência agroindustrial global, unindo sustentabilidade e lucratividade, relacionando bem-estar animal com eficiência produtiva, sempre a serviço das pessoas.
Aos colegas que, com botina na terra e a mente na ciência, constroem a história do nosso agronegócio, a Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ) parabeniza e agradece! Que venham mais inúmeras décadas de inovação, ética e paixão pelos animais!











